E assim se fez...nessa terra árida...nesse solo que me deixou...infértil,endurecido... Pedi aos céus de joelhos e inclinada minha cabeça ao chão, paz e chuva.
Em cada gota do céu lavando as lágrimas derramadas escorridas salgadas...amargas...desse abandono enlutado, dessa dor infinda...
Fez-se fio da esperança...fez da lágrima, sementes...fez-se despertar esse ser dormente...
Mesmo árido, rústico apático e sem muita beleza
Fez-se surgir essa fé que de início parecia tão estreita...tão sem gosto...tão sem cor...
Nasceu uma rosa vermelha que se denominou "Amor" e o frágil dente de leão que a fragilidade é apenas desculpa...Permitiu que o "Amor" lhe soprasse a vida para que fosse em busca de outra cor e quem sabe então além do céu encontrasse o mar...e lhe inspirasse a voltar a sonhar... e nas páginas em branco escrevesse outra vez a vontade de viver. E me presenteasse com o Sol da vida nesse sorriso de cada amanhecer. _Cris Czank_

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